Então existe, provavelmente, imposto que a lei permite não pagar. Maranhão, Tocantins e Espírito Santo têm programas estaduais de incentivo de ICMS para importação, indústria, atacado e e-commerce: leis publicadas, com regime especial, crédito presumido e diferimento.

Faturou R$ 20 milhões no ano? 3% são R$ 600 mil indo embora em ICMS. E existe empresa do mesmo segmento operando com 1% ou 2%. A diferença não é sonegação. É onde a operação está estruturada.

Quatro princípios que sustentam qualquer projeto que eu conduzo, do primeiro contato ao benefício rodando.
Quem estrutura importação, industrialização ou distribuição no estado certo, com o regime certo, muda de patamar de custo, com lei, decreto, portaria e parecer para sustentar.
Com o benefício do credenciamento atacadista, a carga nas vendas interestaduais caiu de 12% para 2%.
Este é um caso específico, com os números daquela operação. O seu resultado depende do seu mix de clientes, da origem da mercadoria e do destino das saídas. É exatamente isso que o diagnóstico mede.


Sou contabilista há mais de 15 anos, com uma carreira construída de baixo para cima: comecei como assistente contábil em Fortaleza, em 2012, e passei por analista, supervisor e coordenador contábil-fiscal antes de me tornar sócio de uma consultoria empresarial em Imperatriz, no Maranhão, onde respondi por uma equipe com mais de 30 pessoas.
Nesses anos, minha rotina foi planejamento tributário, patrimonial e sucessório, recuperação de tributos e auditoria contábil e fiscal: ECD, ECF, EFD Contribuições, SPED Fiscal, EFD ICMS/IPI. É por isso que, quando estruturo um benefício de ICMS, sei exatamente onde ele vai bater na escrituração e o que a fiscalização vai procurar depois.
Hoje atuo como consultor independente, dedicado a um recorte: incentivos fiscais estaduais no Maranhão, no Tocantins e no Espírito Santo.
Sem análise, não há projeto. Primeiro os seus números; depois, se houver enquadramento, a estruturação.
30 minutos, com os seus números na tela.
Do enquadramento ao benefício rodando.

O benefício é criado pelo próprio estado, em lei publicada. Todo projeto que conduzo vem com a base legal na íntegra e, quando o ponto admite mais de uma leitura, recomendo consulta formal à SEFAZ antes de apropriar o crédito. Quem sugere consultar o fisco antes não está vendendo atalho.
E deve continuar cuidando. Rotina fiscal não é engenharia de operação. A pergunta aqui não é como apurar, é onde importar, onde industrializar e onde distribuir. São trabalhos diferentes, e eu trabalho junto com o contador da empresa.
Não. O que se desenha é uma estrutura nova dentro do grupo, não a mudança da sede. A operação atual continua.
O diagnóstico não tem custo. A estruturação, quando há enquadramento, combina valor fixo e percentual sobre o benefício efetivamente obtido, com preço definido pelo porte da operação. Do primeiro contato ao benefício rodando, o prazo típico é de 75 dias a 6 meses, conforme o estado e o regime.
Eu digo isso na primeira conversa. Perder 30 minutos é melhor que estruturar o que não se sustenta.
Sete campos. Cada um existe para qualificar ou preparar a reunião. Ao enviar, a conversa abre no WhatsApp já com os seus dados, e eu respondo pessoalmente.
Poucas análises por mês, porque cada uma exige preparação.